quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Planos para o próximo filho...


Dizem que o primeiro filho é um sobrevivente.
Concordo.
Quando somos mãe de primeira viagem, quase tudo o que fazemos é um teste. Aguardamos o nascimento do bebê cheias de dúvidas e com algumas certezas inquestionáveis pelos outros "porque lemos em algum lugar" que aquilo era o certo.
Quando engravidei, li muitos livros e sites sobre como cuidar do bebê. Muita coisa deu certo. Muita coisa não.
Um bebê chega pra abalar nossa vida por completo, esmigalhar algumas de nossas certezas mais bem fundamentadas e nos provar que não sabíamos nada sobre ser mãe. É uma delícia aprender tantas coisas novas!
Depois de tantas experiências, fico pensando no próximo filho. Sim. Não quero parar por aqui.

Dizem que cada filho é diferente.
Ainda não sei.
Mas de uma coisa eu tenho certeza: Vou tentar acertar mais da próxima vez.

Por isso, estipulei algumas RESOLUÇÕES para isso:

#1 Quando estiver grávida, vou tentar me aborrecer menos, me preocupar menos e curtir mais. (Da primeira vez, me estressei tanto que acho que isso pode ter influenciado para o "mau humor" do meu filho desde RN.)

#2 Declaro abomináveis para a educação dos meus filhos livros como "A encantadora de bebês" ou "Nana Nenê" ( A única coisa boa que tirei desses livros foi a questão da rotina. Crianças precisam mesmo dela ainda bebês. O resto é resto. Não deixar o bebê pegar no sono depois de mamar ou deixá-lo chorando até dormir são coisas que só deixaram toda a família estressada, inclusive ele mesmo.)

#3 Vou comprar roupinhas RN, P e M em quantidade suficiente. (Comprei poucas, e meu filho chorava tanto na rua que eu não conseguia entrar em uma loja sequer.)

#4 Vou comprar uma poltrona de amamentação. (Só me dei conta de que ela era mesmo necessária quando me peguei dando mamá no peito de pé pela manhã no quartinho dele porque a sala estava muito clara e ele precisava pegar no sono novamente... Isso quando o meu filho já estava com 7 meses.)

#5 Só vou começar a dar suco quando ele tiver 6 meses completos. (Começar a introdução de alimentos aos 4/5 meses foi um erro crasso. Trabalho desnecessário e aborrecedor.)

Então, daqui a um ou dois anos, vou tentar pôr em prática esses planos para o próximo filho. (Porque se tem uma coisa que aprendi é que, quando se trata de um bebê, não dá pra ter certeza de nada!!! hehehe)

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